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Depressão Pós-Parto

Psiquiatria da Mulher - Doutor Joel Rennó Junior

Depressão Pós-Parto – Psiquiatria da Mulher – Doutor Joel Rennó Junior

 

A depressão pós-parto ocorre em 15% a 20% das mulheres.

 

Diferente do que muitos pensam, não se trata de fraqueza ou frescura por parte da mulher. A depressão pós-parto pode acometer mulheres que não tinham depressão anteriormente e é uma doença que requer tratamento com psiquiatra especializado em saúde mental feminina.

 

Por que parte das mulheres tem depressão pós-parto?

 

O fator biológico, devido à queda abrupta dos hormônios sexuais femininos, é o principal desencadeador da depressão após o nascimento do bebê. Alterações neuroquímicas, de neuroimagem, inflamatórias e até imunológicas têm sido atribuídas à depressão pós-parto.

Outros fatores de risco:

  • Gravidez não planejada,
  • Conflitos conjugais,
  • Violências domésticas,
  • Antecedentes pessoais e familiares de depressão,
  • Uso de álcool e drogas na gestação,
  • Depressão na gestação que não foi tratada
  • Idade (adolescentes podem ter taxas mais elevadas que a de mulheres adultas).

 

Depressão pós-parto: diagnóstico e sintomas

 

O diagnóstico de depressão pós-parto envolve a análise dos mesmos sinais e sintomas da Depressão Maior em outros períodos de vida da mulher:

  • Tristeza,
  • Desânimo,
  • Cansaço,
  • Fadiga,
  • Humor deprimido,
  • Pensamentos negativos (culpa, morte, ruína, menos-valia),
  • Indiferença ou rejeição à criança,
  • Anedonia (perda de prazer ou interesse pelas atividades habituais),
  • Alterações de atenção/concentração,
  • Alterações do sono e apetite
  • Ideação suicida.

 

Tais sintomas devem estar presentes por pelo menos duas semanas, na maior parte dos dias, com grandes prejuízos sócio-funcionais e sofrimento. É imprescindível que a mulher com tais sintomas seja avaliada por um especialista em saúde mental feminina, pois, deverá descartar doenças com sintomas parecidos, como hipotireoidismo, entre outras.
Há diferentes subtipos de depressão. O psiquiatra, considerando histórico da paciente, as mudanças hormonais e psicossociais bem como a nova rotina desta mulher, agora mãe, saberá diagnosticar se de fato é uma depressão e prescreverá o melhor tratamento, levando em conta, inclusive, a amamentação.
Percebendo que algo não está bem, a mulher deve procurar ajuda especializada. Nem sempre o obstetra consegue identificar quando a paciente está ou não com depressão. O melhor a fazer é buscar orientação de um psiquiatra, que estará apto para identificar a doença.
Nossa clínica é especializada em saúde mental feminina, cujo diagnóstico requer profissionais experientes.

 

Saúde mental da mulher, “sem neuras” ou preconceitos. Um lugar que promove saúde com segurança e qualidade em todas as fases da vida da mulher.

 

Conheça o perfil do diretor, Doutor em Psiquiatria Feminina (clique aqui).